Dito isto, vamos ao que interessa.
cultural
para visitar uma necrópole construída algures
no século IX. Depois de breves 10 minutos de cultura,
regressámos á pedalação para
via Carrapichana nos fazermos á subida até
a Linhares (~800m). Sem dificuldade chegamos a Linhares
pelas ~11h00 para uma paragem de cerca de uma hora para
mais um banho de cultura, onde se visitou o castelo que
na sua torre sineira apresenta um relógio de pêndulos
modelo do século XVII e toda a aldeia com o magnífico
casario e claro que reabastecemos de sólidos e líquidos.
hora
da primeira grande descida e a Calçada Romana chamava
por nós e sem medos lançamo-nos aos seus 1,5kms
que nos levaram a 200 metros mais abaixo onde nos esperava
mais uma fonte de água fresca. Após mais uma
curta paragem para refrescar e recuperar o fôlego
da descida e com ~16Km andados, iniciámos a primeira
fase da grande subida que por um
estradão
magnifico nos levou até ás minas de Azibrais
(~960m). Mesmo com dois furos, muito veste e despe (ora
ficava frio ora ficava calor) e as paragens para saborear
a paisagem que se estendia até ao horizonte
se
fez em pouco mais de hora e meia.
com
mais subidas que
Barriga cheia e estava na hora de continuar as descidas.
Depois
de uma visita aos pontos culturais que incluíram
uma subida ao castelo, estava na hora da grande descida,
pois com partida dos ~920m e em apenas 2Kms íamos
descer aos ~580 para uma visita a Melo e a mais um fura
para fechar de furos na volta. Aqui não foi unânime,
pois se uns deliraram com o desafio, outros trataram a descida
a pé, mas todos chegaram ao final sem um risco na
pintura.
Novamente
a calma reinou no resto do caminho, pois regressados ás
estradas secundárias o caminho mostrou-se relaxante
mesmo com as pequenas subidas já junto ao Mondego.
Com mais uma paragem na Ponte Nova para ver o Mondego de
perto chegamos finalmente ao ponto de partida, Vila Franca
da Serra, com ~51Kms andados. Tratámos da merecida
banhoca e atacámos um magnífico cozido bem
regado com tinto da região para repor todas as vitaminas
e sais minerais perdidos na Serra.
No dia seguinte juntámos todos os pedalantes e não
pedalantes para a foto da ordem e depois de atafulhadas
as biclas no atrelado, iniciamos a viagem de regresso ao
Algueirão.
Volta de Reconhecimento na Serra da Estrela
O levantamento foi feito em várias etapas e sempre
sem companhia (nada aconselhável) pois o companheiro
para este castigo teve que ficar a dar apoio á família.
subir
acima dos 1200m antes de se descer para Folgosinho. Sobre
o resto da ligação entre Linhares e Folgosinho
não posso adiantar muito pois esta parte não
a pedalei, apenas me baseio em estima pelas cartas e por
trocas de informação com alguns dos locais
e felizmente com um grupo de BTTistas de Coimbra que encontrei
em Linhares e já tinham feito esta ligação.
No dia seguinte fui até Folgosinho decidido a fazer
a ligação para Linhares, mas a calçada
dos Galhardos e o tempo frio e meio chuvoso não se
mostraram convidativos e aos ~1100m de altitude voltei a
Folgosinho e fiz antes a ligação a Vila Franca
da Serra.
Iniciei
as descidas, e que descidas, até Melo foi do melhor,
em ~2,5Km descesse ~350m por caminhos de fazer as delícias
de qualquer BTTista (ver foto compilada abaixo) onde só
não arrisquei uma descida com mais adrenalina, pois
sozinho a coisa ainda podia acabar mal.
voltando
aos estradões e ás estradas muito secundárias.
Ainda me dei ao trabalho de visitar o ponto arqueológico
de nome “O Cavalo Pintado” que depois de 2,5Kms
(muito bonitos) para cada lado e de me ter arranhado todo
para subir ao alto de um penedo achei que o deveriam chamar
“Asno vermelho de raiva por ter pedalado isto tudo
e trepado o penedo para não ver o que afinal seria
um cervídeo”, mas deve ser um bocadinho grande.