Como
já tinha tentado e não consegui chegar à praia do Abano,
qual burro qual teimosia só estava à espera da oportunidade
para o voltar a tentar, ah! Mas é hoje…
Sem perder tempo que não se podia, toca de dar ao pedal até
à vila, para depois seguir por Seteais e mais a frente amarinhar
para os Capuchos e eis que a amiga Patrícia decide fazer o mesmo
que a nossa veterana e parte a corrente. O Pai Hélder já baralhado
das ideias por falta do descravador, culpa das meninas que não o
traziam, nem deu por ela e quando cai nele já o Carlos estava a pedir
o elo mágico.
Logo
de seguida e sem demora começamos a descer o louco trilho que nos
leva até à Estrada da Serra e dai à Rua do Chafariz
da Porte e com uma breve paragem junto a uma Rubus fruticosus vulgo
amoreira-silvestre para recolher algumas amoras para a receita de sorvete
de amoras que a nossa amiga Amélia iria fazer, esperamos (uma fatia?).
Depois de fazermos este trilho maravilha, de uma forma completamente diferente
e triste, chegamos finalmente à tão desejada praia do Abano.
Já cheios de calor deviam estar uns 101,3 º F (38.5 º C),
fez-se a subida pela Estrada da Serra até á Lagoa.
O resto do regresso fez-se pela prisão do Linhó até
á última das últimas surpresas que ninguém esperava,
um telefonema para saber do amigo Carlos que em sacrifício e sem
se refrescar na Lagoa foi á frente, qual Bravo, acabou num convite
para um copo fresco de limonada gentilmente oferecida aos amigos, não
nos esquecemos, próximo Domingo queremos mais…
Não
pedalei por terras de Sintra, mas pedalei na mesma só que na terra
dos fenómenos e na companhia do amigo Carlão.
O
nosso amigo Carlão para demonstrar as qualidades destas terras atirou-se
para o chão e quase ficou todo negro, valeu o estojo de primeiros
socorros para remendar a coisa e continuar viagem.
Com
a foz do Zêzere à vista a missão estava cumprida por
isso iniciou-se o caminho de regresso não sem antes reabastecer de
água de água fresca numa fonte em Praia do Ribatejo.
21
de Julho 2010 Depois de uma noite chuvosa, sim choveu ontem na serra,
a expectativa era grande sobretudo porque tínhamos 3 estreantes nestas
coisas da pedalação nocturna.
Seguimos por Alpolentim na direcção da igreja de São
Mamede (sim é igreja e não capela) e a sua longa descida até
às Azenhas do Mar que fez as delícias do “iluminados”
que se largaram estradão abaixo como se fosse de dia (ou ainda mais
rápido).
Fez-se
uma paragem junto à praia para uma ceia rápida e respectiva
sessão fotográfica.
Mas como o que realmente importa é o pedalar na companhia dos amigos
rapidamente se iniciou a pedalação e a conversar versou sobre
outros temas para além da toponímia.
Ainda antes da Atrozela, a nossa amiga Amélia conseguiu rebentar
a corrente o que obrigou a uma rápida intervenção dos
mecânicos de circunstância. Reposta a normalidade, continuou-se
caminho agora na direcção do Pisão não sem antes
fazer uma breve sessão de “acarta a bicicleta monte acima”.
de
onde já se vê o miradouro e escadinhas em madeira alvo desta
nossa pedalação domingueira.
Depois de muito contemplado e do boneco de grupo, estava na hora do regresso
por isso nada como inventar mais um bocadinho e passando por Murches retomámos
o caminho de volta mas via Vale de Cavalos com a sua descida que mais parece
uma subida. Ainda não entendo o porquê de se ter que pedalar
para descer aquela coisa, cheira-me a assombração.
consegue
passar dos 30 km/h.... bela ideia Zé ...
Mas isto não acaba aqui, o nosso amigo Pedro partiu para o merecido descanso anual mas nem por isso deixou a bicicleta descansar e atirou-se a uma volta com a malta da Figueira da Foz e conta-nos como foi.
"Pois é, mesmo de férias a pedalação não
pode parar. Como estou perto da Figueira da Foz procurei por estas bandas
malta que conhecesse os trilhos e que me levasse.
No inicio ainda fui acompanhando, mas com os km a passar comecei a poupar
mais as pernas, senão estava mesmo a ver que não conseguia
chegar ao fim, mas sem razões de queixa pois havia sempre alguém
que se deixava ficar para me acompanhar e a restante malta parava mais adiante
à espera. Mesmo assim, com tanta pressa ainda houve um tempinho para
uma paragem rápida para abastecer os bidões e trincar qualquer
coisa, pois que esta malta apenas leva um bidãozito, para não
fazer muito peso…
Saída
às 20h30 (mais ou menos do local do costume) com o nosso amigo João
a fazer a estreia das suas luzinhas novas (só faltava babar-se).
Sempre
em pedalação vigorosa passou-se a Tapada do Mouco para iniciar
a descida até à Vila pelo trilho dos muros.
Com
a serra coberta e um ventinho fresco a convidar a ficar a sol, virámos
as costas à serra de Sintra e aventurarmo-nos para os lados da Carregueira
e Almargem do Bispo.
Começámos
a pedalação na direcção do Tapada das Mercês
com uma passagem pela Rinchoa seguido de uma descida a Meleças para
então chegar à Tala onde se conversava mais que ao que se
pedalava.
Depois
de uma descida é sabido que vem uma subida, por isso amarinhou-se
até à Piedade e seguiu-se depois na direcção
dos geradores (ventoinhas) de Almargem do Bispo.
Tudo calmo tudo rolante e como não era tarde nem era cedo acampou-se
na curva da estrada quase à sombra de uma das ventoinhas. Lanchou-se
a merenda que cada um trazia mais o bolinho de orégãos, …
ou seria erva doce… com que a nossa amiga Amélia nos presenteou
enquanto víamos os cavalos e cavaleiros passar.
Merendados, retomou-se o caminho para agora sim passar de raspão
em Almargem do Bispo e descer a Alfouvar de baixo (sim, aquele sitio das
antenas chama-se assim) onde se virou à esquerda agora na direcção
da Pedra Furada.
Passada a linha do comboio e os Penedinhos, estava na hora de mais uma invenção
e com uma curva à esquerda a 90 graus acabámos a atravessa
campos de palha e seus característicos rolos.
Depois
de uns bocados a corta mato lá conseguimos sair dali algures perto
da Morelena. Rolámos um bocadinho no alcatrão até Coutim
Afonso e aquilo foi mais forte que nós, tivemos que nos enfiar novamente
a corta mato (ou palha) inventando mais um atalho que nos levou até
junto da nova portagem do IC.
04
de Julho 2010 Com fui pedalar noite dentro o turno do dia tratou de
pedalar esta volta e o nosso amigo João
de registar condignamente o evento
"Com
o dia a prometer subida de temperatura, apareceram 9 pedaladores e o nosso
Guru, mas este só para o café e dizer olá a malta,
hora da partida e com a ideia de ir até à praia do Abano,
pois o dia estava maravilhoso.
Já no alcatrão, ouvimos a Amélia a dizer BLÀ
BLÀ BLÀ, toca de voltar para trás ver o que se passava,
pois é a corrente partida justificava o BLÀ BLÀ BLÀ,
mãos à obra e eu e o amigo Helder lá consertamos a
coisa que deu para continuar.
Decidiu-se então, começar a fazer o regresso por alcatrão
até à lagoa Azul, onde um dos amigos da Cavaleira depois de
ver a Amélia a refrescar os pezinhos decidiu refrescar-se também
dos pezinhos á cabeça.
03
de Julho 2010 Tinha que ser, a malta estava de luzinhas novas e furiosa
por as estrear.
Já nas escadinhas da vila o nosso amigo Nuno conseguiu escavacar
a pouca iluminação que tinha enquanto eu e o Pedro aproveitámos
para posar para os fotógrafos de ocasião que nos tiraram uns
bonecos a descer as escadinhas. Claro que em prol da cultura nos sacrificámos
e descemos a coisa duas vezes.